Canais > Cinema > Críticas > Notícias quentinhas > Festival Do Rio – Detroit em Rebelião – A Câmara De Claire – Prevenge
Enviado 12/10/2017 5:21 pm por Rafael Leite no responses

1- Detroit em Rebelião

Filme de Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror), conta o episódio ocorrido na década de 60, no qual Detroit foi tomada pelo caos, imperando quase como “Terra de Ninguém”. Episódio este que atualmente anda se repetindo em algumas cidades norte-americanas, uma vez que a ignorância do racismo infelizmente ainda está presente em muitas localidades.

Seguindo a mesma linha das suas criações antecessoras, o filme caminha num território não tão minado, usando apenas a apresentação dos fatos como os argumentos capazes de chocar. Não seria necessário discurso político nem uma frente ativista, para juntar bem o roteiro de forma que prendesse bem a atenção.

O filme estreado por John Boyega (Star Wars: Os Últimos Jedi), cativa pelo seu apelo natural e não só pela luta contra o racismo (palavra esta que julgo até ser inapropriada, uma vez que diferenciar humanos por “raça” por si só é uma abominação).

2- A Câmara de Claire

O filme mais curto e monótono que vi no festival, está longe de ser um bom filme, mas seus poucos minutos parecem demorar horas. Não mostra para o que veio e nem transparece a sua verdadeira intenção. Vou resumir o filme em 4 inhas:

I- Claire diz que todas as pessoas não são mais as mesmas após uma foto.

II- Uma funcionária (da industria cinematográfica) que foi recentemente demitida esbarra com Claire e a mesma tem uma foto tirada por ela.

III- Um diretor coreano que conhecia a referida funcionaria esbarra com Claire e ele também acaba tendo uma foto tirada por ela.

IV- Claire mostra que as pessoas não são mais as mesmas após incitar intrigas.

O filme usa argumentos rasos, não diz nada e não leva a nada. Simplesmente fuja dele.

3- Prevenge

Um dos filmes mais curiosos e estranhos por si só já me agrada. Utilizando uma linguagem tosca e apreciável, mostra o suposto diálogo mental entre uma mãe grávida e um bebê ainda não nascido… mas o mesmo a incitava a matar. Não digo que seria o desejo de matar a fome com alimentos estranhos, mas sim com assassinatos frios e semi calculistas.

Repleto de piadinhas que provocam até hipsters, e nojeiras básicas típicas de um “drama-terrir” desse gênero, o roteiro pode não ser algo fascinante, mas a ousadia por escalar diálogos despretensiosos já é interessante. Não é um filme indispensável, nem uma experiência cinematográfica incrível, mas vale pelo diferente.

A bizarrice do filme só acaba após o nascimento, e entra o conflito (spoiler alert)… Seria desejo de quem: Do recém nascido ou dela?  Veja o filme e saiba.

 

 

 
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